Passados os nove meses de gestação e do tão esperado nascimento do bebê, a barriguinha flácida e algumas gordurinhas são, no corpo da mulher, os saldos depois de um parto. O aumento súbito da pele e o afastamento dos músculos do abdome reduzem as fibras de colágeno e a flacidez pós-parto é inevitável. Retornar à antiga forma e recuperar a silhueta nem sempre ocorrem na velocidade desejada. Alguns tratamentos estéticos pós-parto aliados a alimentação e exercícios físicos podem reduzir o tempo de espera para eliminar quilinhos extras e a pele que se sobra.
Mas especialistas são unânimes: qualquer procedimento deve ser autorizado pelo ginecologista e obstetra e acompanhado por profissionais credenciados. E o tempo da mãe e do bebê devem ser respeitados.
Nove meses para engordar e, depois, nove meses para perder. Esse foi o cronograma traçado pela jornalista Janaína Nicolau, de 31 anos, mãe da pequena Alice, de um ano (ambas na foto abaixo). Janaína chegou aos 102 quilos durante a gravidez devido à quantidade de suplementos nutricionais e dieta rica em proteínas e carboidratos indicados para a alimentação do feto, que não conseguia sugar do corpo da mãe o necessário para crescer.
No tempo estimado, ela perdeu os 42 quilos adquiridos durante a espera de Alice. “Não me joguei no doce ou engordei por bagunça. Havia um acompanhamento da nutricionista e minha filha precisava dos suplementos que me fizeram engordar muito”, lembra.
Além de uma dieta funcional baseada em proteína, sem lactose e sem glúten, o retorno à atividade física e sessões de drenagem linfática ajudaram a perder as medidas, e agora ela se prepara para tonificar os músculos e melhorar a pele. “Falta só o polimento”, brinca.
A enfermeira Juliana Araújo também conseguiu voltar a vestir 38 no mesmo período e atribui aos cuidados antes da gestação. “Eu me preparei com boa alimentação, hidratação e também o uso da cinta depois que ganhei o Daniel”, disse.
Amamentação e boa forma
“O fato de estar dando de mamar também ajudou bastante, eu acredito”, acrescenta Janaína Nicolau.
E não é apenas credo de mãe. A dermatologista Conceição Câmara explica que durante a amamentação o organismo da mulher libera o hormônio ocitocina (o mesmo liberado no orgasmo e no pré-parto para regular a contração uterina) que contribui para o útero voltar as dimensões que tinha antes da gravidez.
Por mais que uma boa genética e determinação sejam importantes, os médicos explicam que há um período médio de seis meses para a involução completa do útero.
“Quanto mais amamenta e ajuda o bebê a ficar mais forte, a mulher também ajuda a si mesma a emagrecer, perder aquela gordurinha localizada na região abdominal”, explica Conceição Câmara.
Não à toa, os seis meses após o nascimento do bebê também é o prazo para a indicação da maioria dos tratamentos estéticos que vão desde a drenagem linfática até o uso de laser, em processos mais invasivos e de resultados mais rápidos e duradouros, como a radiofrequência multipolar.
E não é apenas esse o prazo que deve ser respeitado. Antes de pensar em voltar à academia, fazer uso de medicamentos para estimular o colágeno ou mesmo aderir uma dieta, a amamentação deve ser considerada. “O ideal é que a mulher procure um nutricionista para elaborar uma dieta pensando nas necessidades do filho, para não haver perdas de nutrientes para ele”, alerta a nutricionista Fátima Nunes.
Mas especialistas são unânimes: qualquer procedimento deve ser autorizado pelo ginecologista e obstetra e acompanhado por profissionais credenciados. E o tempo da mãe e do bebê devem ser respeitados.
Nove meses para engordar e, depois, nove meses para perder. Esse foi o cronograma traçado pela jornalista Janaína Nicolau, de 31 anos, mãe da pequena Alice, de um ano (ambas na foto abaixo). Janaína chegou aos 102 quilos durante a gravidez devido à quantidade de suplementos nutricionais e dieta rica em proteínas e carboidratos indicados para a alimentação do feto, que não conseguia sugar do corpo da mãe o necessário para crescer.
No tempo estimado, ela perdeu os 42 quilos adquiridos durante a espera de Alice. “Não me joguei no doce ou engordei por bagunça. Havia um acompanhamento da nutricionista e minha filha precisava dos suplementos que me fizeram engordar muito”, lembra.
Além de uma dieta funcional baseada em proteína, sem lactose e sem glúten, o retorno à atividade física e sessões de drenagem linfática ajudaram a perder as medidas, e agora ela se prepara para tonificar os músculos e melhorar a pele. “Falta só o polimento”, brinca.
A enfermeira Juliana Araújo também conseguiu voltar a vestir 38 no mesmo período e atribui aos cuidados antes da gestação. “Eu me preparei com boa alimentação, hidratação e também o uso da cinta depois que ganhei o Daniel”, disse.
Amamentação e boa forma
“O fato de estar dando de mamar também ajudou bastante, eu acredito”, acrescenta Janaína Nicolau.
E não é apenas credo de mãe. A dermatologista Conceição Câmara explica que durante a amamentação o organismo da mulher libera o hormônio ocitocina (o mesmo liberado no orgasmo e no pré-parto para regular a contração uterina) que contribui para o útero voltar as dimensões que tinha antes da gravidez.
Por mais que uma boa genética e determinação sejam importantes, os médicos explicam que há um período médio de seis meses para a involução completa do útero.
“Quanto mais amamenta e ajuda o bebê a ficar mais forte, a mulher também ajuda a si mesma a emagrecer, perder aquela gordurinha localizada na região abdominal”, explica Conceição Câmara.
Não à toa, os seis meses após o nascimento do bebê também é o prazo para a indicação da maioria dos tratamentos estéticos que vão desde a drenagem linfática até o uso de laser, em processos mais invasivos e de resultados mais rápidos e duradouros, como a radiofrequência multipolar.
E não é apenas esse o prazo que deve ser respeitado. Antes de pensar em voltar à academia, fazer uso de medicamentos para estimular o colágeno ou mesmo aderir uma dieta, a amamentação deve ser considerada. “O ideal é que a mulher procure um nutricionista para elaborar uma dieta pensando nas necessidades do filho, para não haver perdas de nutrientes para ele”, alerta a nutricionista Fátima Nunes.
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